ANO VII - Publicação 2830
O Cruzeiro Basquete combina experiência e juventude na montagem do elenco para sua segunda temporada no NBB CAIXA, com reforços como Adyel e Menca, renovações e destaques da LDB.
Entraremos na temporada 2026/27 com um elenco que combina continuidade, experiência e renovação.
Depois de chegar aos playoffs em sua primeira participação no NBB CAIXA, o clube manteve peças importantes da campanha de estreia, renovou com jovens que tiveram destaque na Liga de Desenvolvimento de Basquete (LDB) e foi ao mercado para acrescentar jogadores capazes de assumir responsabilidades maiores.
A montagem também preserva a continuidade no comando, com a renovação do técnico Thiago Pérez, que seguirá à frente da equipe em sua segunda temporada na elite nacional.
Entre os principais reforços está Adyel Borges, um dos nomes que chegam com potencial para ocupar papel de destaque.
O ala-armador de 24 anos vem de uma temporada de afirmação pelo São José Basketball, na qual combinou capacidade de pontuação, criação e participação constante no jogo ofensivo.
Em 38 partidas no NBB CAIXA 2025/26, registrou médias de 16,9 pontos, 5,2 assistências e 4,5 rebotes.
A capacidade de produzir com a bola nas mãos, acelerar o ritmo e envolver os companheiros coloca o jogador como uma das principais opções do Cruzeiro Basquete para a construção das jogadas e para momentos em que o time precisar de maior poder de decisão.
Outro nome que chega para ampliar o repertório ofensivo é Menca.
Aos 24 anos, o ala-armador esteve no Mogi Basquete nas duas últimas temporadas e chega ao novo desafio depois de ganhar espaço e responsabilidades no NBB CAIXA.
Na edição passada, disputou 35 partidas, com médias de 10,2 pontos, 2,3 rebotes e 1,4 assistência, mantendo participação importante na rotação mogiana.
Além da capacidade de pontuar em diferentes situações, apresenta bom aproveitamento do perímetro, com 30,9%, na temporada passada.
Para o garrafão, Gerson e Felipe Queirós acrescentam características diferentes e complementares.
Com passagem de cinco temporadas pela Unifacisa e 128 partidas disputadas no NBB CAIXA, o pivô chega com experiência acumulada em alto nível, presença física e capacidade de contribuir nos rebotes e no jogo próximo à cesta.
Já o ala-pivô, que estava no Unión de Santa Fé, da Argentina, possui experiência por diferentes equipes do basquete brasileiro, como Sesi Franca, Minas, Corinthians e Basquete Cearense, e oferece mobilidade para atuar entre as posições 4 e 5, criando alternativas para formações mais versáteis.
A combinação dos dois amplia as possibilidades do Cruzeiro Basquete no jogo interior e dá ao elenco novas opções para diferentes desenhos de partida.
























